O que estão dizendo por ai...

Oi pessoal, tudo bem?

Que tal darmos uma olhada no que estão dizendo por aí sobre os meu livros???








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A maldição de Arthur

Oi genteeeee....

É com muita empolgação que anuncio que o projeto A Maldição de Arthur está saindo do coração e virando realidade. Vou deixar algumas informações e o link para que vocês conheçam essa aventura.  







Editora: Editora Pendragon
Autor: Graci Rocha
Páginas: 320
Edição: 1
Ano:2016
Tipo de CapaBrochura - Supremo 250g Com duas orelhas de 7cm cada
Assunto: Literatura Nacional - Fantasia
Idioma: Português
Lançamento: Junho/2016



"Cass fechou os olhos e cochilou, queria falar com Arthur, dizer o que sentia, despedir-se de Gael, desculpar-se com Toruk, elogiar Terian, agradecer ao senhor Myagui dos goldlins, Karhystrs e perdoar Lancelot. Eram muitas palavras a serem ditas e ela não tinha certeza de que conseguiria. Tentou reunir um pouco de sua energia restante, mas fora envolvida pela dor e uma terrível angústia. Dormiu por alguns minutos e teve certeza de que estava morrendo."

Você acha que já viu tudo? Que já leu todo tipo de história de terror ou aventuras mirabolantes? Que já conheceu todos os demônios e anjos que poderia suportar? Na certa você ainda não conhece Cass, uma mulher temperamental que não suporta receber ordens. Ah! E que é também a filha do Diabo.


Mas as coisas entre bem e mal não são tão simples como conhecemos, o bem nem sempre é bom e o mal nem sempre é tão mal assim, e desta forma, Cass, uma imortal que não aparenta ter mais do que vinte e cinco anos, vem burlando as regras e boicotando o pai.


Entre aliados inesperados e inimigos surpreendentemente assustadores, a bela que já vivera muitas vidas, vai descobrir que estar do lado dos bonzinhos é muito mais difícil do que imaginava.


A maldição de Arthur é o primeiro livro da série Imortal e conta como Cass e seu fiel escudeiro, Luke, partem em busca do medalhão Pendragon, herdado pelo rei Arthur, mais de mil anos antes. O único problema é que Arthur está morto e Lancelot é um imbecil. Bom... talvez nem tudo seja o que parece.


Entre ajudar um antigo aliado a combater um inimigo maligno, salvar um reino, resgatar uma noiva e quebrar maldições, muitos corações serão conquistados e uma disputa pelo amor de Cass vai se desenrolar.


O final é apenas o começo...


Na compra do livro você receberá um brinde personalizado.

Quer saber mais clique AQUI!
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Book trailer: Uma Canção de amor

Oi gente,

E como essa semana estamos cheios de vídeos legais, que tal um book trailer para aguçar a vontade de ler um bom livro?

Espero que curtam...



Sinopse

Que tal pichar o carro do seu ex-namorado? Fazê-lo tomar uma surra das meninas mais populares da escola? Atirá-lo de uma ponte? Não? Sim? Se você é do tipo que não leva desaforo pra casa e não abaixa a cabeça, você precisa conhecer a Nina, uma garota encrenqueira que não perde a oportunidade para dar um chute bem naquele lugar no ex-namorado. No último ano da escola, Nina está decidida a andar na linha e dar um descanso para avó que já sofreu um infarto, acontece que este ano promete ser tudo, menos tranquilo e Nina vai descobrir que arrumar confusão com o ex pode ser perigoso. 
Aos dezoito anos, sem grandes expectativas e com um futuro incerto Nina se vê numa intrincada trama quando se apaixona pelo estranho e solitário Daniel. 
Portador da síndrome de Asperger (um tipo de autismo mais leve), Daniel é um jovem muito habilidoso com instrumentos musicais, mas quase inacessível aos estranhos. Calado, sincero e com dificuldade de se relacionar, vai descobrir que para amar a menina mais doida da escola vai ser preciso superar muitos de seus bloqueios. Em uma história em que a mocinha é a garota mais encrenqueira e o vilão é o cara mais bonito da escola, vamos conhecer uma linda e emocionante história de amor. 
E o que Nina e Daniel vão descobrir nessa aventura? 
Um grande amor pela música e uma paixão avassaladora um pelo outro.

Embarque você também nessa linda e dramática história de amor.

Aproveite que o livro está em promoção. Clique Aqui e confira!

beijocas

Graci Rocha  
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Uma Canção de Amor

Oi, gente

Hoje quero apresentar meu novo livro, estou disponibilizando ele semanalmente no Wattpad, então vamos às informações.




Uma história marcada por preconceitos, ciúmes, intrigas, desafios quase intransponívels e um verdadeiro amor.
Nina achou que este seria seu último e mais tranquilo ano no Ensino Médio, e que finalmente daria algum descanso para a dedicada e idosa avó.
Mas o que ela jamais imaginaria é que este ano seria tudo, menos tranquilo.
Aos dezoito anos, sem grandes expectativas e com um futuro incerto Nina se ve numa intrincada trama quando se apaixona pelo estranho e solitário Daniel. 
Portador da síndrome de Asperger, Daniel é um jovem muito habilidoso com números e palavras, mas quase inacessível aos estranhos. Calado, sincero e com dificuldade de se relacionar com as pessoas, vai descobrir que não apenas é dotado de grande sensibilidade, mas também de um talento único para a música.
Numa história em que a mocinha é a garota mais encrenqueira e o vilão é o cara mais bonito da escola, vamos conhecer uma linda e emocionante história de amor.
E o que Nina e Daniel vão descobrir nessa aventura?
Um grande amor pela música e uma paixão avassaladora um pelo outro.
Embarque você também nessa linda e dramática história de amor.

Disponível por tempo limitado na Amazon


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Solitud: Um amor de cinema - meu bebe literário.

Como se não bastasse ter uma pequena tropa em casa, resolvi ter também filhos literários kkkk

Oiii Genteeeeee...

Então, comecei a postagem de hoje já mandando ver no tema desse nosso encontro. Primeiro me desculpo pela ausência que advêm de motivos super extra de força maior, faculdade, casa, filhos e filhos literários em produção... Nas férias espero que a correria amenize e eu volte as nossas publicações habituais.
Mas vamos ao que interessa... 

É isso aí, agora sai meu primeiro e mais lindo livros. Depois de discutir e negociar com uma porção de editoras recebi um contato super fofo que me conquistou e acho que será por lá mesmo que ele vai sair, mas por enquanto é suspense... Até o impresso estar pronto vamos tratando do Solitud como e-book.


A vantagem do e-book todo mundo conhece neh, se pode levar pra todo lado sem amassar, comprar a preço super acessível e utilizar a capa que você gostar mais... Simmmmmm isso mesmo, cada loja virtual em que eu disponibilizar o meu lindo Solitud, farei com uma capa diferente. Isso porque minha amada colega de trabalho (Joice Lourenço) me encheu de presentes lindos, rsss papo pra outro dia!

Bom, é isso, a partir do dia 15/11 com ou sem editora vamos tocar ficha em Solitud, um amor de cinema.
Espero todo mundo participando e ajudando hein!!!






Sinopse

Uma escritora brasileira decidida a abandonar a carreira, um astro de Hollywood decadente, um empresário de estrelas falido, uma detetive frustrada e uma secretária à beira da loucura. Cinco vidas interligadas por um único motivo: Ambição. Mas um escândalo, uma morte e um grande amor serão capazes de transformar a vida destes memoráveis personagens.

Link para encontrar e conhecer mais sobre a trama até o lançamento...



Gente, não deixem de conhecer...

XXOO
Graci Rocha

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Dicas para escritores - Conflitos principais e secundários, aliados, temas... etc

Oi gente,

hoje vamos falar dos conflitos que levam a trama pra frente e nos fazem devorar ou abandonar um livro.
Bom, em todos os meus estudos eu vi pouco ser falado sobre isso. Claro, a maior parte de quem escreve sobre o tema diz que o conflito precisa ser algo que está, como eu posso dizer, na moda. Algo que esteja no gosto dos leitores atuais. Ponto. Mas eu francamente acho que não é algo tão superficial e simples assim... A questão dos conflitos é bem mais complexa que isso.

Vamos, antes de mais nada compreender o que é conflito. Para simplificar, principalmente porque eu sei que temos aqui pessoas que estão iniciando no mundo da literatura, tanto como escritor quanto como leitor, para ser mais clara, conflito é a questão que leva a historia, sem ele não haveria história, pois os personagens continuariam vivendo suas vidinhas comuns, com ou sem graça. Bom o conflito é o motivo de a história surgir, por exemplo jogos vorazes, o conflito é a Katniss ir parar nos jogos e ter que sobreviver.
Esse é o conflito principal, claro escrito de um jeito bem simples pra gente compreender... Mas não se pode esquecer e quem tiver um olho mais atento vai perceber, que num livro não existe apenas um conflito, se não a história acaba insossa. Existe uma série de pequenos conflitos e acontecimentos que ajudam a chegar ao resultado do conflito principal... Ainda usando como exemplo o jogos vorazes (porque eu amo a saga e pronto kkk), alguns conflitos que temos no decorrer da trama é a morte da Rui (a menininha), o amorzinho do Peeta pela Katniss, o conflito que começa a ocorrer por causa da vitória dos dois... enfim...

Agora, voltando sobre a questão de estar no gosto ou não dos leitores, na moda; 
Primeiro que eu defendo piamente que você pode pegar um conflito desses bem diferentes, que nem seja um assunto tão polêmico, ou que não esteja tão na moda e transformá-lo no melhor conflito do mundo, fazê-lo cair no gosto do público... Como?
Bom, não existe uma regra fixa, mas algumas coisas podem ajudar, como por exemplo, aliando aos conflitos secundários de forma a trazer coisas que estejam em alta, sem perder o principal...
Um super exemplo disso é ainda o Jogos Vorazes (kkk tirei o dia pra babar a série), francamente, quem gosta de política? De miséria? 
Hoje em dia são poucos livros que tem como tema solucionar conflitos que envolvam esses pontos que mencionei, porque o povo já ta cheio do assunto e quando quer saber sobre miséria, política, liga o jornal das oito... To errada?
Então, como foi que a Collins conseguiu?
Claro, que não apenas os conflitos secundários se aliaram ao principal dando forma ao tema e ao livro, mas também cenários e personagens ajudaram a deixar o livro muito bom. 
Outro exemplo é o conflito (questão ou coisa que faz a trama ocorrer) que trata de alienígenas invadindo a Terra e os humanos lutando pela sobrevivência.
Meu, ta todo mundo saturado e mesmo assim não param de surgir novos livros, novos filmes e todos sendo sucesso absoluto de audiência e vendas...
A questão é que um livro de boa qualidade, para cair no gosto dos leitores não se faz de apenas um item, mas de um conjunto bem elaborado, bem formulado... Você precisa de um bom cenário, com uma descrição que prenda os leitores, precisa de personagens que faça os leitores amarem eles ou odiá-los, precisa de um tema (assunto para outro dia) bem definido, e conflitos que sejam capazes de motivas a trama de forma a cativar os leitores.

É isso...


XXOO
Graci Rocha
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Dicas para Escritores - Cenário

Oiii gente,
Então, depois de um jejum de quatro dias sem postar nada, por causa de um combo aqui em casa: PC, internet e Luz, e destaco a palavra luz, por que foi a causadora de todos os meus males (rsss). Vendo os e-mails hoje cedo, percebi a urgência de postar, legal o carinho de todos que acompanham o BLOG e pedem que eu não suma... Obrigada mesmo gente! 
A pedidos então, hoje vamos falar com os escritores e com os leitores que gostam de se informar, até mesmo para se tornarem mais críticos em suas leituras.
Bom, pensei um bocado no final de semana, até fiz algumas anotações, mas no fim resolvi falar de uma coisa diferente. Já que na última vez do Dicas para Escritores falamos de personagens, que tal falarmos hoje de cenários?
Quando falamos em cenário, o escritor muitas vezes remete diretamente ao espaço físico, alguns até mencionam que este termo está diretamente ligado a fantasia. Mas é um mero engano, pois quando tratamos de cenário, não estamos falando apenas do espaço físico ou do ambiente em que a trama decorre, nem só das fantasias épicas. Ao tratar do tema cenário estamos nos referindo a aura, ou seja, o clima que envolve a história.
Deixe-me ser mais especifica. Eu moro na região metropolitana de Florianópolis/SC, e aqui temos praias para todos os lados. Se eu fosse escolher a região como cenário, teria de pensar também num clima que envolveria a trama e a vida dos personagens, mas prestem atenção que não me refiro a clima da previsão do tempo. Estou tratando da aura do negócio. Por exemplo, se minha protagonista vivesse na ilha (E daí a importância da pesquisa), umas das coisas que eu teria de pensar é: Como é o ambiente? Como as pessoas agem? Como elas se sentem numa região como essa? Em que trabalham? Etc, etc, etc.
A partir do momento em que começamos a responder essas questões, começamos a montar um cenário envolvente, e com margem para elaborar boas tramas e conflitos... A exemplo da antiga série que eu disponibilizava no Palavrinhas (Meu antigo Blog), a série O último negócio. Bom, minha protagonista nascera na ilha de Florianópolis e era filha de pescador, cantava a noite em bares na conhecida Praia da Lagoa, e de dia dava duro como camareira num hotel. Até aqui, crie um cenário que envolve esse clima de turismo, de praia e calor, além de abrir margem para situações inusitadas. Só que eu queria uma coisa mais estilo policial, aventura, então coloquei uma briga por terrenos, para se tornarem empreendimentos imobiliários e um romance meio Romeu e Julieta, daí a minha protagonista sofredora acaba indo parar em outro cenário que é justamente no qual se inicia a história, em lugares luxuosos onde ela furta objetos de classe. Para isso eu pesquisei detalhes do ambiente, e claro usei minha imaginação para criar uma aura de suspense. A ideia é não ser estático, e sim dinâmico.
Vamos falar de história. Antigamente, quando os autores narravam seus cenários, naqueles grandes clássicos que ainda transitam por ai hoje em dia, mas que ninguém lê realmente, a não ser que ame clássicos ou seja obrigado... Bom, nesses romances antigos, o autor descrevia o cenário de forma estática, ou seja, antes de inserir personagens, conflito e desenrolar a trama, ele fazia toda uma descrição do cenário. Particularmente falando, e aqui vale a opinião de cada um, eu não gosto disso e acho que a massa leitora também não, pois no decorrer dos tempos, esse modelo se tornou obsoleto. As pessoas que leem querem sentir emoções e como você vai sentir alguma coisa, lendo paginas e mais paginas de cenário seco, sem nada mais?
Com o tempo, os leitores se aprimoraram claro e com isso os autores se transformaram, fazendo com que seus livros se tornassem parte fundamental da vida das pessoas.
Lembram quando eu disse que literatura é entretenimento? Então, é lazer, é transportar o leitor a uma vida diferente da sua, é fazê-lo sentir-se parte de uma trama envolvente em que ele farias coisas, em mundos, que ele jamais fará ou conhecerá realmente. Por isso o cenário dinâmico ganhou tamanha proporção.
Cenário dinâmico é aquele em que o leitor conhece o ambiente da história através da cena, do ponto de vista ou das emoções dos personagens, e ai entra a nossa aura, que tanto estou falando hoje.
Digamos que a minha protagonista lá do ultimo negócio resolva voltar a Florianópolis (só para constar, foi exatamente o que ela fez), o clima que ela vai encontrar, vai influenciar em como o leitor encara a história, se compra a ideia ou não.
A Carolina, que virou Helena, na história, quer uma revanche, então ela chega numa cidade com clima acolhedor, com cenas em que ela mesma se espanta pela beleza e alegria que pode sentir, mas a medida que a trama vai se afunilando, em prol do tema, a aura de beleza, festa, praia, turismo, vai se transformando em um suspense, uma trama por vingança, om cenas de enfrentamento, cenas de tramoias e principalmente cenas de paixão avassaladora.
Percebam, o que eu quero dizer é que o leitor vai sentir aquilo que você transmitir, se você quer criar um drama, precisa incluir um cenário e um clima que o leve a isso. Não, sinto muito, não existe uma formula secreta e milagrosa, mas algumas técnicas ajudam sim.
A primeira coisa que eu faço é pensar muito sobre a trama, tentar me colocar na pele dos protagonistas, se alguém é boa, não é completamente boa, se alguém é mau, não ficou assim por acaso e não é completamente mau. Depois de definir meu ambiente em que a história vai decorrer, começo a pensar em como são as pessoas no lugar, Solitud (que logo estará aí pra vocês), decorre boa parte em Nova York, então essa coisa de vida urbana tumultuada e frio devastador é uma constante nesses momentos.
Gente, o segredo é sentir...
XXOO

Fui

Graci Rocha

Confiram também nosso Sorteio que o prazo está se encerrando!


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Dicas para escritores - Personagens memoráveis!

Oiii gente,

Sei que tinha dado um tempo no quadro dicas para escritores, mas como recebi muitos e-mails pedindo para postar mais sobre o tema, resolvi trazê-lo de volta... Então como primeiro tema desse nosso quadro, para um grande retorno, resolvi falar um pouco sobre personagens memoráveis.
Primeiro vamos entender uma coisa, o leitor quando pega um livro, o seu livro no caso para ler, ele quer basicamente duas coisas: Entretenimento e Emoção. 
o leitor quer viver num livro tudo que jamais viveria em sua vida, então o foco da trama além de ter de ser muito envolvente, precisa de personagens que a consigam manter, ou seja, personagens que consigam alcançar esses dois objetivos que falei ali em cima.
Bom, Albert Zukerman, o grande agente literário dos Estados Unidos e também autor do livro "Como escrever um best seller" (acho que a tradução do nome é essa, mas não sei bem como ficou a versão em português) chama esses personagens de memoráveis.
Bom, mas e o que é, afinal, um personagem memorável??
Seria talvez um protagonista estilo super-homem, perfeito e tal?
NÃOOOOOO
Os personagens memoráveis são justamente o oposto, são aqueles caras que quando você, se identifica, mesmo que ele seja um peixe no Oceano, porque eles simplesmente o cativam e se tornam quase reais na nossa imaginação. E como isso é possível?
Bom, nenhum ser humano é perfeito, isso sabemos, então porque os personagens dos nossos livros seriam?
Eles tem que ser justamente o mais parecidos com pessoas reais, ou seja, com defeitos, com qualidades, sonhos, medos sombrios, tiques nervosos, e também com manias, além de que eles realmente precisam sofrer um processo de crescimento dentro da obra, ou seja, começar devagar, como quem não quer nada, numa vidinha comum, e depois se desenvolver, até que ganhem ou percam alguns valores, ou princípios. Exemplo: A mocinha era uma jovem lavadora de roupas mau humorada, que vivia passando a perna nos clientes... embarca em uma grande aventura, onde se apaixona, sofre, etc, no final, ela tem que estar mais humana, ganhar algo que não tinha no inicio como um principio de lealdade, confiança no próximo ou simplesmente aprender que passar a perna nos outros não é legal. E isso você faz, é claro, durante a trama, criando situações que a façam perceber essas coisas. Assim também com o antagonista (para quem não sabe, o vilão da história), bom nem todo vilão precisa ser um Lex Luthor, pirado e totalmente malvado, não pelo contrario, muitos autores conquistam seu publico e se tornam grandes best-sellers porque os vilões estão tão bem construídos que levam mais a trama ao ápice e sucesso que os proprios protagonistas. Exemplo de um livro que li recentemente, "O homem de São Petersburgo", um Best-Seller do reconhecido Ken Follet (Veja a Resenha aqui!), bom eu simplesmente me apaixonei pelo vilão, sua tristeza, sua determinação e de repente quando percebi estava torcendo que ele descobrisse o segredo que o envolvia e mais, quem sabe até que se transformasse numa outra pessoa quando soubesse o que Lydia escondia. E olha, o final, foi digno! Eu torço por finais felizes todo mundo sabe, mas mesmo com um final tragico, o livro tinha personagens que me fazia ler cada vez mais, não querer parar e no final pensar: "Ai que pena que acabou"!
Gente, a ideia do personagem não é ele ser perfeito, mas sim ser forte o bastante para fazer algo que uma pessoa comum não faria, algo que o leve a explorar suas emoções, seus princípios e tudo o mais. 
Pensem nisso.

Bom, para quem é seguidor do Blog, que quiser mais informações sobre o Livro do Albert Zukermann, deixe um comentário com nome e e-mail que mando o que tenho aqui!

E não deixem de Conferir nosso Sorteio!


Graci Rocha
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